sábado, 9 de fevereiro de 2008

Quereres

O céu estrelado de fevereiro
As ruas fervilhando de gente
A voz doce dos amigos dizendo frases de esperança
O Cristo Redentor iluminado visto da janela
As bebidas, os sorrisos, as piadas, os encontros
Mas o que eu queria mesmo... nem a mim confesso

5 comentários:

Anônimo disse...

Falando em quereres....

Onde queres o ato eu sou o esp�rito, e onde queres ternura eu sou tes�o
Onde queres o livre decass�labo, e onde buscas o anjo eu sou mulher
Onde queres prazer sou o que d�i, e onde queres tortura, mansid�o
Onde queres o lar, revolu�o, e onde queres bandido eu sou o her�i

Eu queria querer-te e amar o amor, constru�rmos dulc�ssima pris�o
E encontrar a mais justa adequa�o, tudo m�trica e rima e nunca dor
Mas a vida � real e de vi�s, e v� s� que cilada o amor me armou
Eu te quero e n�o queres como sou, n�o te quero e n�o queres como �s

Maytê disse...

É tanto querer meu bem querer, que eu nem quero dizer.

Anônimo disse...

Tenho pensamentos que, se pudesse revelá-los e fazê-los viver, acrescentariam nova luminosidade às estrelas, nova beleza ao mundo e maior amor ao coração dos homens

Anônimo disse...

Ontem eu li que a confissão é uma espécie de penitência.
Penitência distingue-se de pena.
Penitência leva ao mérito.
A pena é o sofrer por si só.
Dores de vida que venham
Gozaremos ao final... confessemo-nos, gente!

Anônimo disse...

Mas o que é a verdade senão a certeza transitória de um momento...