terça-feira, 21 de maio de 2013

Flor

Me deparo com a tua fraqueza. Ela é arremessada como uma pedra. Eu abaixo, e ela escapa, quebra o vidro, quase me atinge, mas escapole. Não consigo mais deixar a tua fragilidade me machucar.

2 comentários:

Anônimo disse...

Ninguém sabe da dor que sinto... E como um sátiro... Um bufão... Me vingo... Ao te rever, te dou meu sorriso...

Anônimo disse...

Ninguém sabe da dor que sinto... E como um sátiro... Um bufão... Me vingo... Eu que já te dei meus poemas, agora só te dou meus sorrisos...