Caramelo drops
E as memórias olfativas invadem a tarde, começam a ser deliciosamente desmembradas em flashs instantâneos, de lembranças despertadas por coisa nenhuma. Toca o sino da igreja do Largo do Machado, são seis horas, começa a noite. Nunca há tempo suficiente para nosso navio zarpar sem pressa. Te ver dormir. A hora passa no mesmo turbilhão de acontecimentos do dia. Quero sentar e fumar um cigarro ao teu lado no jardim da biblioteca, de novo. Há um novo dia, outro dia, a nossa espreita. Olhe pra baixo, eu disse pendurada no celular embaixo da escadaria. Ele apenas sorriu.
Um comentário:
É incrível como as memórias sensoriais nos invadem...
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