quarta-feira, 17 de abril de 2013

De Perto

De tanta esperança, já fui verde
Depois fui ficando assim
A cínica do telefonema, a louca do samba
A blasé na platéia, a amiga do passado
Depois mais calada, descrente
Até me esconder no mundo das palavras
Mas eis que uma palavra me alcançou...

3 comentários:

Anônimo disse...

Sinais dos tempos!

Hoje o tempo também me marcou. Em nova vida. Sorridente. Gostaria de sorrir junto, apesar de tão estranho.

Lugar estranho é o estar longe.

Anônimo disse...

Às vezes o passado vem bater à porta... Mas se a batida é diferente, vai reconstruindo as nossas memórias. E memórias boas, ainda que revisadas e reconstruídas, são sempre bem-vindas!

"É bom olhar pra trás... É bom nunca é igual"

Anônimo disse...

Verde, cinza ou azul celeste... A esperança, por vezes, machuca quem a espera... Mas sempre, quase sempre, supreende quando nos alcança...

Onde Anda o Meu Amor?

Onde anda o meu amor... sambando!
Onde anda o meu amor... sambando!

Continuo a perguntar
onde anda o meu amor
pois não sei se foi sambar
ou arranjar um outro alguém.

Jorge Ben Jor