Depois de cinco anos, antecedidos de mais catorze
Um dia eu abro uma porta e ele está lá, sentado dentro da sala
Diante do descabimento da situação
Ele se pergunta se sou mesmo eu
Eu tenho absoluta certeza que abri a porta do passado
Sem estar sequer preparada
E diante de estranhos, ainda estupefatos
Estendemo-nos as mãos
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